sábado, março 24, 2012

Constância

MEC sempre foi uma personagem que me passou ao lado. Conhecia-lhe a assertividade das opiniões e as múltiplas investiduras em projectos como editoras discográficas, imprensa, etc. Nenhum destes projectos me chamou à atenção embora reconheça que tiveram dimensão nacional. Entretanto, após um período afastado dos holofotes, MEC regressa como cronista do Público. Li-lhe as crónicas nos primeiros tempos, mas dali resultava um sabor sem-sal. De vez em quando, por imposição de um título menos negligenciável, volto a tentar. Nada. Entretanto, o Público deixa o visado entrevistar Eusébio e dali sai apenas salivação e pouca informação. Agora, sai uma entrevista ao MEC pelo Pedro Mexia (muito mais interessante que o entrevistado) e confirmo a minha indiferença. E aquela defesa da monarquia, a apologia do nacional-misticismo? Entediante.

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