quinta-feira, julho 16, 2009

Jardim do Atlântico

Jardim quer tornar o comunismo inconstitucional à semelhança do fascismo. Nada mais espero que umas baboseiras de uma mente em alcoolismo crónico.

Agora, o que é de facto importante: o que eu espero que a direcção nacional do PSD. Não quero apenas a demarcação, quero uma atitude mais assertiva. Ruptura! (isso mesmo, sem acordo ortográfico que aquele 'p' é mesmo para fazer doer). Ou isso, ou os seis meses sem democracia afinal não foram apenas "uma maneira de falar". Além de MFL, também gostaria de ouvir Paulo Rangel dissertar sobre o assunto. Porquê!? Porque, claramente, trata-se do novo delfim de MFL e já se prepara para voltar do Parlamento Europeu caso o PSD vença as eleições legislativas (juro que não entendo em que isto possa ser diferente da polémica com Elisa Ferreira e Ana Gomes).

Anda o País todo a tratar Jardim como se fosse um infante a que permitem todos os disparates. Talvez seja daquelas bochechas e do ar redondo. Contudo, pobre país que permite tais dislates e abana a cabeça com ar condescendente.

4 comentários:

Francisco Ferreira disse...

O Alberto João tem razão no que diz, o comunismo foi e tem sido responsável por muitas misérias humanas ao longo do ultimo século. Um partido que não é democrático não devia existir num país como Portugal.
Alguém explica qual é a diferença entre o comunismo e o fascismo?
O comunistas, muitas vezes na figura dos sindicatos, foram responsáveis pelo fecho de fábricas como a Opel (da minha terra, Azambuja) e serão responsáveis se a Autoeuropa também fechar.

alexandre disse...

Caro Francisco,

Antes de mais, ha quanto tempo!! Bons olhos te leiam :)
AJJ 'a parte, o teu comentario revela um pobre conhecimento da realidade do Sindicalismo em Portugal, mas imagino que as tuas tendencias politicas nunca te tenham motivado a te informares sobre os assunto.
De todos os pai'ses na Europa Ocidental, Portugal e' o pai's com a classe trabalhadora menos Sindicalizada, sendo a rica Alemanha o pai's com a classe trabalhadora mais sindicalizada, onde o modelo de sindicalismo e' igual ao da Autoeuropa.
Fora do Sector Publico, em Portugal a larga maioria dos trabalhadores so se sindicalizam depois de ser anunciado o fecho da falencia com eminente perda de emprego.
Por isso meu amigo, a desgraca de pai's que e' Portugal nao se deve aos Sindicatos, mas sim aos gestores e politicos ao estilo do Dias Loureiro que cumprem as suas tarefas de forma criminosa ou sem qualquer capacidade para o fazer dado o desconhecimento de causa sobre os meandros dos negocios em que se metem.
Grande abracao

Nuno Vieira Matos disse...

Francisco, need I say more?

Francisco Ferreira disse...

Caros Nuno e Alexandre.

Espero que estejam bem. Temos de nos encontrar todos um dia destes!

Por acaso estão enganados em relação a não conhecer o sindicalismo. Eu tenho tido experiência de trabalho em fábricas e há uns anos cheguei a ser "aconselhado" a pertencer ao sindicato porque senão podia ser perigoso para mim. Eu ao contrário de algumas pessoas que falam do que nunca viram, sei bem que há muita gente que não presta nos sindicatos, e que não conhecem bem o conceito de democracia. Qualquer pessoa que não alinhe é logo fascista.

Se ainda se lembram bem de mim devem imaginar como é que eu reagi a uma proposta destas...

Em relação à Alemanha tenho a dizer que quando os sindicalistas da opel Azambuja exigiam mais salários e regalias os sindicalistas na Alemanha davam uma hora à casa todos os dias. Acreditem que eu sei bem o que isso foi, tinha muitos amigos que trabalhavam lá.


Um grande abraço para os dois.