quinta-feira, maio 31, 2007

O PSD como sempre o conheci, muita parra, pouca uva.

Aqui.

De volta aos filmes

Gostei mesmo muito deste filme. Recomendo vivamente, algo muito americano, pelo menos uma parte dos EUA que acho muita piada. Let's look at the traile.
Com a bela Keri Russell no papel principal.




Waitress

quarta-feira, maio 30, 2007

Insultos ao Primeiro Ministro

A guerra está instalada. Este caso lembra-me muita coisa. Antes do 25 de Abril, Portugal já era dividido territorialmente por oligarquias e grupos de influência ligados ao conservadorismo brejeiro e canastrão, sempre bem mascarado pelas missas de Domingo e bençãos do Padre Cura. Depois do 25 de Abril, a corrida por parte do PSD, PS e CDS a esses grupos com capacidade de mobilizar eleitorado foi essencial para se formarem e se estabelecerem como grandes partidos. Essa conquista não foi estática, mas o seu dinamismo foi somente nas aparências. Vou dar o exemplo de Viseu, durante muito tempo um bastião do CDS, mas que de um momento para o outro se tornou num bastião do PSD. Muitos Presidentes de Junta, Vereadores e Militantes sob a insígnia do CDS mudaram para o PSD, mantendo as funções que desempenhavam nos respectivos orgãos de poder. As pessoas eram as mesmas, tudo o mesmo, mudaram o logotipo e cores do partido dominante, nada mais.
Quando Cavaco Silva governou durante 10 anos foi a picada final na Partidarização da Função Pública. Houve tempo, ausência de oposição política e de oposição da Comunicação Social. Lembro-me das emissões da RTP a mostrarem os passeios de Cavaco Silva pelo jardim do Palácio de São Bento com a actual Primeira Dama, as imagens do Governante trabalhador a iniciar a sua actividade cedo pela manhã, nada mais, nada de críticas. Nesses 10 anos, Cavaco Silva conseguiu criar exércitos laranjas por esses gabinetes e repartições públicas a fora.
Não sei o que se passou na DREN, mas conheço o Portugal onde vivi. Na minha opinião, tenham ou não havido declarações insultuosas ao Primeiro Ministro, públicas ou privadas, isto nunca deveria ter acontecido, nunca se deveria ter punido assim ou de qualquer forma institucional esse soldado do PSD. O peixe morre pela boca. Pessoa que exerce cargos no Sistema de Ensino em Portugal com o comportamento de Fernando Charrua nunca será um bom profissional educativo. Fernando Charrua não só é um mal educado, mas também não respeita a autoridade resultante da democracia. Uma pessoa assim, com estes costumes, nunca vai conseguir ter o respeito dos colegas, nada percebe de Educação, pois sem sentido de respeito não consegue educar nem exercer actividades capazes no planeamento dessa actividade. A punição destes comportamentos é a sua incompetência profissional e não deveria ser o despedimento ou suspensão de mandato.
Os governos do PS e do PSD colocaram pessoas a exercer funções públicas de acordo com a cor partidária e agora devem perceber as consequências dessa prática no país de hoje. Acho que o PS deve dar uma lição ao PSD e iniciar um caminho diferente na nomeação e contratação dos trabalhadores do Estado. Adicionalmente, Fernando Charrua deve ser readmitido no seu palco de escárnio e maldizer político-partidário. Um governo tem que carregar nas suas costas algumas das más políticas dos governos anteriores para perceber quais os erros a não cometer. Portugal tem que acabar com o populismo e favorecimentos com fins eleitoralistas. Portugal deve-se preocupar com o que quer ser no futuro, com os seus valores.
Eu consigo imaginar que Fernando Charrua possa ser na DREN aquilo que ele chama ao Primeiro Ministro, consigo imaginar um barrigudo tachista decadente de fato e gravata a dizer caralhadas atrás de caralhadas com tom jucoso e de piada cebenta. Consigo imaginar o resto do Comando do PSD da DREN a rir-se e a enaltecer o seu ego de palhaço. Consigo imaginar o outro lado da barricada, todo irritado com a impossibilidade de ripostar, consigo imaginar a origem do excesso de importância dada ao caso pelas chefias, consigo imaginar o péssimo ambiente de trabalho, mas reprovo o desenlace ocorrido. Frontalidade e honestidade teriam tido melhores resultados, por muito que custasse.
Acabo com uma lembrança de Viseu, anos 90, Governo de Cavaco Silva, Fernando Ruas bem instalado na CMV. Mulher X, militante do PSD a ocupar tacho é denunciada às autoridades competentes por um colega independente por exercer uma actividade de corrupção. O desenlace foi a despromoção do independente e o abafamento do caso por todos, incluindo a imprensa, já na altura dominada pelo PSD. Nada aconteceu à militante Social Democrata. Moral da história? Nunca te metas com o PSD em Viseu, seja numa esplanada ou no WC, cala e come.
Espero que o PS não se comporte desta forma, pelo menos a Comunicação Social não o está a deixar, ao contrário do seu comportamento conivente nos tempos do Governo do actual Presidente da República Portuguesa, hoje defensor da seriedade e honestidade.

sexta-feira, maio 18, 2007

segunda-feira, maio 14, 2007

Partidos a sério? Onde?

Se o PSD fosse um partido a sério apoiava Maria José Nogueira Pinto que é a pessoa mais capaz nas Direitas para ser Presidente da CML. Se o PS fosse um partido a sério apoiava Helena Roseta, que é a pessoa na Esquerda mais capaz para ser Presidente da CML e tentava coligar-se com o PCP e BE para formar um projecto consistente. Obviamente o PSD não se encontra em condições para se coligar com um PP de Portas. Nem sugiro isso, claro. Esse antigo CDS é agora o one man show de super Portas, o Partido de Portas (PP) ou o Paulo Portas (PP) simplesmente.
Mas claramente tanto o PS como o PSD possuem aparelhos que não permitem criar candidaturas úteis e necessárias. Contrariamente, no PSD do pseudo-arauto da seriedade (Marques Mendes) vai-se escolher o Careca do Benfica dos Donos da Bola (Fernando Seara) e no PS pensa-se lapidar o Governo retirando António Costa do Ministério da Administração Interna.
Fernando Seara, um viseense como eu, licenciado em Direito no mesmo ano que Barroso e Santana Lopes, desconhecido antes dos Donos da Bola e que somente tem do seu lado a capacidade de colher simpatia dos benfiquistas e amantes da bola e da bifana em geral. Um homem sem capacidade para ter uma acção de fundo, inteligente e criativa na CML. António Costa, um homem mais que competente para o cargo, mas um desperdício em sair do Governo depois de estar tão à vontade e com enorme competência a exercer as suas funções.
Que pena o aparelhismo obscuro dos partidos mandar nos destinos das nossas cidades. A crise inicial foi causada por pressões do aparelho do PSD que destabilizaram a coligação que governava a CML na altura. Nesse momento, Carmona Rodrigues, que sempre defendeu mais o PSD do que muitos militantes activos, foi fiel e obediente a Marques Mendes. Quando a crise se agudizou, Marques Mendes não teve problemas nenhuns em passar por cima de Carmona sem qualquer gratidão pelo trabalho de oposição que este exerceu contra o PS e o Governo de Sócrates durantes os anos que esteve na CML. Trabalho de oposição não exercido por Marques Mendes nesse tempo.
A política é tramada e Marques Mendes acima de tudo é bem tramado. Carmona deve ter aprendido que nessas andanças as amizades valem pouco, mas sim a regra do vale tudo e do salve-se que puder. Se calhar é por a política portuguesa ser um mundo de cão que muita gente de valor decide não ingressar nessa via.
Não estou a sugerir que Carmona tenha algum valor...

domingo, maio 13, 2007

Le Journal d'une Femme de Chambre



Um filme de Luis Buñuel (anos 60) que mostra bem a extrema direita francesa bem descerebrada e anormaloide, igual ao que se passa actualmente com Sarkozy e Le Pen.
Aqui.

sexta-feira, maio 11, 2007

FATAL? Porque sim...


Aqui
Com especial atenção para o GTIST.

Hoje e Amanhã Braga é o Centro do Mundo



Aqui.

Se estivesse em Portugal estava em Braga. "Na Primavera eu não estava em Praga, no 25 de Abril eu estava em Braga". Fica aqui um cheirinho do tipo de espectáculo performativo que se pode esperar dos Mão Morta. Mas isto é preconceito, o espectáculo promete ser bem mais que somente Mão Morta.

O crime do Padre Amaro

Ontem vi este filme:


Achei-o muito melhor do que a nossa tentativa nacional de fazer cinema:



Em termos de beleza, as actrizes são ela por ela, mas prefiro a Mexicana por ter uma idade mais próxima da minha e ser profissionalmente muito melhor actriz.
Mas nada melhor do que o livro original de José Maria Eça de Queiroz. Todas as obras desenvolvem-se à volta do mesmo tema, mas os alvos de crítica são obviamente diferentes, dado o facto de, nas diferentes obras, a acção se desenvolver ou em épocas ou em países diferentes.
No entanto foi na versão cinematográfica Mexicana que eu vi mais os problemas do conservadorismo religioso que vivi no interior de Portugal do que na versão Portuguesa.

quarta-feira, maio 09, 2007

Imigrantes de Segunda Geração e a Insegurança nas Cidades Europeias

A nossa Direitinha Portuguesinha de escabeche na cauda de Sarkozy, que agora anda num iate de luxo, anda por aí a propagandear um ataque aos imigrantes de segunda geração.
Dizem que os imigrantes nascidos fora da Europa não causaram problemas nenhuns nas principais cidades Europeias. Correcto, e isso facilmente se compreende. A vida nos países de origem desses imigrantes era muito pior do que a vida dos subúrbios onde foram colocados a viver.
Dizem que são os filhos dos imigrantes, nascidos na Europa, que são uma causa violenta para o aumento da criminalidade nas principais cidades Europeias. Dizem que os criminosos são aqueles descendentes de imigrantes aos quais foram dadas as mesmas oportunidades que também são dadas aos Europeus.
Aí se encontra o erro da nossa Direitinha que nunca visitou um subúrbio de Paris ou mesmo se calhar de Portugal.
Na Europa, as oportunidades dadas aos filhos dos imigrantes não são as mesmas que são dadas aos filhos dos outros cidadãos Europeus. A habitação, a educação, o isolamento suburbano e a ausência de estruturas sociais para se fugir ao terror da marginalidade são diferenças claras que se vêm facilmente quando se vive num desses subúrbios.
Em vez de se agir para se contrariarem as causas dos problemas, a Direita quer criar ainda mais causas para a criminalidade.
Eu acho que a polícia deve perseguir criminosos e o sistema penal deve julgar criminosos de acordo com a lei e consequentemente devem ser punidos.
Sarkozy cria criminosos à partida, polariza todos os males da sociedade nos filhos dos imigrantes. Antes de se cometerem os crimes já estão definidos os culpados. Se isto não é uma ameaça aos valores da justiça que definem os princípios de igualdade de Direitos e Deveres nos Estados Europeus, não sei o que é.

terça-feira, maio 08, 2007

Doente

Estou doente. A cabeça dói-me e a garganta está entupida. Tenho os olhos semi-cerrados e dores pelo corpo todo. Chupo uma pastilha para a garganta depois do anti-pirético. A manta está disposta sobre as pernas apenas para dar uma sensação de conforto. Não chove lá fora o que é uma desilusão. As ruas deveriam estar molhadas masa temperatura convida a sair. Não suporto estas gripes fora do contexto, deixam-me mais mal disposto do que era de esperar desta condição fragilizada. A televisão vai passando imagens de gente sorridente e como está sem som, ficam ridículas. Também pode ser desta disposição. O vizinho de cima vai sair de casa e alguém chegou de carro. Começo a fantasiar, imaginando que o vizinho de cima (não tem nome à falta de lembrança) vai entrar naquele carro com um homem de bigode e olhos pequenos. A televisão já mostra publicidade e eu fechei os olhos até ver uma imagem indefinida. As cores mudavam freneticamente e o meu vizinho de cima matava em simultâneo a sua primeira vítima. Primeira porque muitas outras hão-de vir. Já começo a imaginar a preto e branco e cada tiro é uma explosão negra que escorre dos orifícios deixados atrás pelas balas. Não vejo o homem de bigode e olhos pequenos talvez porque agora o anúncio é construído em amarelo forte. Dói-me a perna quando a tento mexer e fico ainda mais cansado. O vizinho de cima puxou de um cigarro e os anúncios acabaram. Devem ter começado a sorrir novamente e a olhar os corpos que ordeiramente o circulavam. Falavam alegremente sem som e o meu vizinho de cima começou a andar em direcção daquele ponto onde ainda está o amarelo forte. Deve estar lá também o homem de bigode e olhos pequenos. Daí a pouco devem chegar. Ouço a porta bater e passos na rua. Alguém começou a cantar com gestos largos e voz lançada no mutismo da televisão. O carro inicía marcha e afasta-se quando as chaves do meu vizinho de cima começam a girar na fechadura. O cantor pára a actuação e há de novos sorrisos parvos nos corpos deitados.

segunda-feira, maio 07, 2007

A riqueza (artificial) das nações

Ora aqui está uma notícia que vem demonstrar as contradições inerentes ao sistema capitalista. Mas não vou entrar nas teorias macroeconómicas. Para isso existe isto. Mas de qualquer modo fica um apontamento. Como esperam que um sistema prospere se é mantido artificialmente, "puxando" os lucros para cobrir um corpo maior que a manta. Se tapamos os pés concerteza destapamos o peito. O capital vai-se valendo a ele próprio e quase me sinto tentanto a transportar para a economia a teoria do gene egoísta. Nesta teoria, os genes seguram o poder da existência usando o corpo humano como veículo de transporte. A teoria é devastadora? Sim. Mas troquemos o gene pelo capital. Troquemos o corpo pela força de trabalho. Troquemos mitose e meiose pela especulação bolsista. Troquemos a esporulação, hibernação ou outra forma de letargia pelas dituaduras de direita. Pois, não é o lucro o fim de tudo? Não é o lucro que condiciona todas as decisões?

Não sentem a vertigem?

sábado, maio 05, 2007

Madeira, um circo moderno...


No outro dia disseram-me que eu era muito bom para convencer as pessoas a agir de um modo contrário relativamente ao que eu penso ser correcto. Sou um mau líder, um mau vendedor.
Por isso, vou aproveitar essa qualidade para apelar ao voto na Madeira em Alberto J Jardim. Por um circo moderno, transversal a toda a ilha, com oportunidades de carreira para todos os palhaços, vota AJJ, o grande macaco...

Homem Aranha 3

Embora tenha fracas expectativas do filme ao ponto de planear não o ver, a banda sonora promete e recomenda-se.

quinta-feira, maio 03, 2007

A Escumalha de Sarkozy

Li recentemente um texto de opinião de Mia Couto intitulado "O Planeta das Peúgas Rotas", que pode ser encontrado aqui num dos macua blogs. Macua é um nome de um dialecto Moçambicano que a minha avó materna domina muito bem. Passada esta tangente, estava a referir-me ao texto de Mia Couto. O texto tem como base motivadora o debate do que é a pessoa humana. A meio do texto, Mia Couto refere-se ao massacre de 94 no Ruanda onde Hutus mataram Tutsis. Os Hutus e os Tutsis foram artificialmente separados anteriormente pelos colonizadores Belgas, segundo regras por eles estabelecidas. Tanto os Hutus e os Tutsis pertencem à espécie humana. O Ruanda é um país pobre, onde geralmente se vive mal. Se calhar por isso, a lavagem cerebral da propaganda de minorias assassinas levou Hutus a chacinar a golpes de catana 10 pessoas por minuto durante 100 dias. Comunidades que conviviam em harmonia foram manipuladas a se odiarem mutuamente. A propaganda convencia que os Tutsis eram baratas, não eram humanos, logo podiam-se matar com a mesma leveza com que se matam ratazanas, melgas e mosquitos. O mesmo tipo de propaganda desumanizadora de um grupo social para desulpar uma acção criminosa sobre esse grupo é bem conhecida de todos com consequências de pequena ou larga escala bem ou mal documentadas na História. O Holocausto por exemplo, os Judeus eram pulgas para os trabalhadores dos campos de morte.
O homem precisa de desumanizar o seu opositor para o matar e torturar sem ser para o comer em caso de fome extrema. Se calhar essa é mais uma das caracteristicas que nos diferencia dos outros animais. Um leão quando vê outro leão pode iniciar uma luta a dois por direito a liderar ou por território, mas sem nunca matar. No entanto não parece ter problemas em matar uma Gazela. Os homens conseguem desumanizar os seus semelhantes para os matar e fazem-no mais vezes do que o que pensam.
Sarkozy chamou de esumalha aos rapazes dos subúrbios das principais cidades francesas, assim facilmente consegue manipular os eleitores a desculparem medidas que prejudiquem ainda mais a vida a esses jovens. E parece ser assim que Sarkozy gosta de jogar, com a criação e manipulação de ódios na cabeça dos Franceses. Lembro-me da sua referência à vontade que manifesta em exterminar a herança do Maio de 68. Acima de tudo essa herança são pessoas, onde a maioria vive fora dos subúrbios. Quantas pessoas está o senhor Sarkozy disposto a desumanizar, a prejudicar para ascender como os míticos demonizados Hitler, Salazar e Estaline, mas também como os democratas Aznar e Berlusconi? Quem virá a seguir? Porquê? A crise, o mau desempenho sexual, a derrota do Lyon contra o Saint-Étienne, tudo passa a ser culpa de quem o senhor de voz timbrada e olhar comovente na tv disser. Enquanto se canalizam esforços a demonizar sectores da sociedade, pondo os pobres contra os pobres, tiram-se as atenções das políticas que verdadeiramente agem sobre a criminalidade, sobre a crise, sobre o desemprego, sobre a economia, sobre a melhoria das condições de vida das pessoas. Porque isso é o que interessa, as pessoas, não? Pelos menos era suposto.
Eu acredito num mundo plural, onde se aceita a diferença como uma mais valia para a sociedade e nunca como um tumor maligno. Já Darwin dizia que a variabilidade à partida dava a uma espécie mais poder de competitividade.
Porque eu acredito que todos os homens são iguais, porque acredito na liberdade e na fraternidade apelo ao voto de quem personifica o humanismo que saiu da Revolução Francesa, honrando a espécie humana. Apoio Ségolène Royal para ganhar no Domingo próximo.

Relativamente a Sarkozy, devo dizer que não o quero demonizar, não o odeio, na realidade não odeio qualquer pessoa. Quero que Sarkozy viva bem, respeito os seus pontos de vista, mas discordo deles fortemente. Um amigo um dia disse-me que a melhor maneira de seres amado por uns é seres odiado por outros. Não quero odiar, aprendi a não o fazer, acaba sempre por dar mais força aos nossos adversários. Conviver em paz é evoluir, pelo menos assim acredito e por isso me bato sempre que consigo.